Brasil Energia, nº 505, 31 de julho de 2026 27 O “fino” equilíbrio do lifting cost no onshore Aposta em manutenção preditiva e novos poços ajuda operadoras em terra a diluir custos fixos e prolongar a vida útil dos ativos | POR FERNANDA LEGEY | Para uma empresa de petróleo e gás, um dos desafios da produção é equilibrar o lifting cost, o custo médio operacional. No onshore a “briga” é diferente, já que, além da Petrobras, a maior parte das operadoras é de independentes que lidam com campos maduros. Para entender melhor a linha entre a produção e o custo operacional, a reportagem buscou operadores e analisou dados de produção da ANP. A Brasil Energia apurou os números de produção de algumas companhias no intervalo de dois anos, entre o primeiro trimestre de 2024 e o primeiro trimestre de 2026. Todas as empresas entrevistadas apontaram que o foco para balancear o lifting cost está no aumento da produção dos ativos e na sua manutenção. A diretora de Operações da Petroborn, Produção da PetroReconcavo na Bahia: empresa faz monitoramento remoto de mais de 700 poços ativos para reduzir paradas e maximizar produtividade Foto: Divulgação/PetroReconcavo
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