e-revista Brasil Energia 505

36 Brasil Energia, nº 505, 31 de julho de 2026 Especial de Capa Negócios no Onshore Nas diversas fases da exploração e produção onshore, principalmente em campos maduros e na manutenção dos ativos, a eficiência operacional aparece como um fator que pode alterar uma decisão entre o abandono e a continuidade dos trabalhos ou até sobre a extensão das atividades. Ela é parte de um conceito mais abrangente, o Fator de Recuperação (FR), índice que estabelece quanto de óleo um determinado reservatório é capaz de produzir, atendendo metas econômicas, requisitos ambientais e de segurança operacional. No Brasil, onde a produção offshore é a mais relevante, o FR dos campos onshore ainda é baixo comparado ao índice de outros países, onde a exploração e produção em bacias terrestres tem sido mais intensa. Muito já se investiu e alcançou desde que a Petrobras abriu caminho para que outras companhias, com foco e interesses menores, pudessem se arriscar em produzir, de forma econômica, o óleo ou gás aprisionado nas pedras. As técnicas são as mais diversas e, assim, nessa reportagem, fomos conhecer o que três companhias de petróleo, uma de infraestrutura, dois fornecedores de tecnologia digital e um consultor usam e recomendam em suas operações. Monitoramento Remoto Entre as técnicas para manter a operação eficiente estão o monitoramento remoto, que garante visibilidade operacional, facilitando a mobilidade de equipe e equipamentos, nas palavras do direDivulgação/Altus Monitoramento na Altus: tecnologias remotas demandam redes eficientes de comunicação

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