e-revista Brasil Energia 506

74 Brasil Energia, nº 506, 02 de setembro de 2026 óleo e gás diferentes bacias terrestres, sobretudo entre 2016 e 2022, levando inclusive ao encerramento das operações da estatal em diversas áreas”, diz o documento. De acordo com o Ineep, “esse processo alterou a própria estrutura empresarial do segmento, com implicações sobre os investimentos, a exploração, o desenvolvimento tecnológico e a organização das cadeias de fornecedores”. Produção no segundo trimestre Segundo o Boletim do Ineep, com base nos dados da ANP, a produção média de petróleo e gás do país atingiu 5,69 milhões de boe/d no segundo trimestre deste ano, sendo 4,67 milhões de boe/d para o pré-sal, 790 mil boe/d para o pós-sal e 240 mil boe/d para o onshore. Na comparação com o 2T25, a produção nacional apresentou crescimento de 19%. Em relação ao pré- -sal, houve alta de 22,8%, enquanto o pós-sal e o onshore apresentaram, no mesmo período, um aumento de 6,1% e 1,1% respectivamente. Os volumes de petróleo foram de 4,37 milhões boe/d, alta de 18,5% em comparação com o 2T25 e 7% maior que o verificado no 1T26. No mesmo período, a produção média de gás natural atingiu 1,32 milhão boe/d, volume 20,5% maior que o registrado no 2T25 e 5,7% maior que o observado no 1T26. A bacia que registrou a maior produção no 2T26 foi a de Santos (78,6% da produção nacional com 4,47 milhões de boe/d), seguida da produção das bacias de Campos (953,4 mil boe/d), Solimões (95 mil boe/d), Recôncavo (36,6 mil boe/d), Potiguar (33,5 mil boe/d) e Barreirinhas (juntas produziram a média de 5,9 mil boe/d). n

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