Brasil Energia | Ed. 456 - Maio, 2019

Brasil Energia , nº 456, 20 de Maio de 2019 13 POR CLÁUDIA SIQUEIRA Tucano Sul 2.666 km² 15 blocos Sergipe 23 blocos São Francisco 34.565 km² 15 blocos Santos 14.220 km² 19 blocos Recôncavo 9.011 km² 1.683 km² 61 blocos Pernambuco - Paraíba 2.413 km² 4 blocos Paraná 11.436 km² 5 blocos Jequitinhonha 4.738 km² 7 blocos Espírito Santo 6.984 km² 23 blocos Campos 18.736 km² 24 blocos Camamu 2.432 km² 4 blocos Almada 1.492 km² 2 blocos Alagoas 1.129 km² 14 blocos Solimões 32.737 km² 13 blocos 11.998 km² 26 blocos Pelotas 2.598 km² 4 blocos Parnaíba 73.107 km² 28 blocos Pará - Maranhão 3.909 km² 5 blocos Foz do Amazonas 5.940 km² 10 blocos Ceará 3.900 km² 6 blocos Potiguar Barreirinhas 10.316 km² 19 blocos Acre 1.630 km² 1 blocos Petrobras Mar Terra PGN/Eneva Terra Rosneft Terra Petra Energia Terra Ouro Preto Mar Terra Shell Brasil Mar ExxonMobil Brasil Mar Cemes Terra Imetame Terra Galp Energia Brasil Terra 46.893 13.977 38.626 32.737 29.670 19.222 192 11.048 10.739 7.712 6.214 6.103 Ranking das 10 maiores operadoras Concessão Rodada 2 Rodada 3 Rodada 4 Rodada 5 Rodada 6 Rodada 7 Rodada 9 Rodada 10 Rodada 11 Rodada 12 Rodada 13 Rodada 14 Rodada 15 Partilha Partilha 1 Partilha 2 Partilha 3 Partilha 4 24.919,61 15.770 62.733 10.717 54.682 11.549 33.335 16.403 5.421 1.947 2.365 3.715 128 1.004 6.130 3.520 442 Total por bid Mapa Exploratório Brasileiro (2019) Mapa exploratório brasileiro (2019) blocos, sendo 11 sob o regime de con- cessão e sei de partilha. O ranking é completado pelas ba- cias Potiguar, com 15 blocos, de Sergipe (14), do Espírito Santo (12), de Foz do Amazonas (dez), Jequitinhonha (sete), do Ceará (seis), Pará-Maranhão (cinco), de Camamu (quatro), Pelotas (quatro), Pernambuco-Paraíba (quatro), Almada (dois) e Alagoas (um). No onshore, o Recôncavo segue li- derando com folg , com 61 áreas sob concessão, ante a marca anterior de 74 ativos exploratórios. O segundo lu- gar fica com a bacia do Parnaíba, que tem 28 blocos concedidos, seguida por São Francisco e Tucano Sul, cada uma com 15 áreas. Em termos de área, a liderança fi- ca com a Bacia do Parnaíba, onde es- tão sob concessão 73,1 mil km², ante o 1,1 mil km² de Sergipe, que ocupa o último lugar da lista. Campos soma área de 18,7 mil km² e Santos tem ou- tros 14,2 mil km². Passados quase 20 anos da reali- zação do primeiro leilão de áreas ex- ploratórias no Brasil, não há mais blo- cos daquela rodada, havendo apenas 12 áreas remanescentes dos bids 2, 3, 4 e 5. A maior parte dos blocos sob concessão no momento é da 11ª roda- da, com 87 áreas. OPERADORAS Segundo o panorama do início do ano, a Petrobras segue, de longe, com o maior número de blocos operados, res- pondendo por 103 áreas (67 offshore e 36 onshore). Segunda colocada, a Petra detém 27 ativos, seguida pela Shell, com 16 áreas operadas. Os ativos exploratórios da estatal es- tão nas bacias do Acre, Alagoas, Alma-

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