Brasil Energia | Ed. 456 - Maio, 2019
38 Brasil Energia , nº 456, 20 de Maio de 2019 EÓLICA ração eólica, cujo impacto na rede é ampliado com a maior penetração da fonte na matriz. A integração dessas novas tecnologias, como o próprio armazenamento, ou de pro- dutos híbridos poderia ser incenti- vada e precificada com a introdução do preço horário da energia, inicial- mente previsto para 2020. A ideia é refletir no preço da energia as varia- ções de geração e de carga no siste- ma ao longo do dia. NOVAS PAUTAS NAMODERNIZAÇÃO A Abeeólica, entretanto, defende que a implantação do preço-horário seja adiado, por entender que amode- lagem da geração e da carga de ener- gia no sistema não é adequada. O te- ma está sob discussão durante o mês demaio pormeio de consulta pública, realizada peloMME. “Não faz sentido colocar o preço- -horário agora, quando se fala de uma reforma ampla e está discutindo a for- mação de preço. Emesmo que não es- tivesse sendo discutido, o sistema não está tecnicamente preparado”, avalia Elbia Gannoum, da Abeeólica. A executiva lembra que os 15 GW de geração eólica em operação, que, às vezes, chegam a atender 11% do SIN, não são considerados como ge- ração no sistema de formação de pre- ços, mas, sim, descontados da carga. “Agora, como é que coloca essa sofis- ticação toda de granularidade, de si- nal de preço, se você pega a segunda maior fonte de energia do país e ela não é considerada na geração,mas na carga?”, questiona. ParaGannoum, umdosméritos da retomada da discussão sobre a moder- nização do setor é olhar para pontos que não tinham sido profundamente discutidos durante a Consulta Pública 33 (cujas propostas foram, em gran- de parte, incluídas no Projeto de Lei 1.917), como o mecanismo de realo- cação de energia (MRE), a revisão da garantia física das usinas e o cálculo da formação de preço. Outra pauta que pode ficar pa- ra a reforma do setor é justamente a contratação de parques híbridos, já que o modelo de leilões também deve ser revisitado. n 19 mil toneladas de carga movimentadas com segurança absoluta e a mobilidade de um navio concebido para esse fim. Embarque e desembarque simplificados por três guindastes capazes de erguer 120 toneladas. Simplesmente 110 metros lineares, livres no convés e mais 73 metros lineares no porão. UMA SOLUÇÃO SIMPLES. A NORSUL, proprietária do Vitoria Bay , há 55 anos investe continuamente, mantendo-se como a melhor opção de logística do segmento. Embarque com absoluta segurança. PARA UMA LOGÍSTICA COMPLEXA,
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