Brasil Energia | Ed. 457 - Julho, 2019

Brasil Energia , nº 457, 1 de julho de 2019 29 A RFI especifica as caracterís- ticas do gás de Pão de Açúcar, in- dicando um gás mais rico em fra- ções leves. O processo não estipula nenhuma opção técnica, deixando em aberto a utilização de unidades de processamento de gás natural (UPGNs) ou até mesmo unidades de separação mais simples. O documento encaminhado pe- la Equinor é bastante abrangente e apresenta diferentes possibilidades de cenários. As empresas convida- das a participar do processo podem cotar somente o aluguel da área, a prestação de serviço ou apresentar um projeto completo, formatado sob o modelo turn-key. O convite foi enviado a um gru- po seleto de players que detêm faci- lidades de terminal, como o Porto do Açu, em São João da Barra (RJ); o Terminal Portuário de Macaé (Tepor); o Parque Industrial Bella- vista, também localizado na cidade do norte fluminense; e o Terminal Ponta Negra (TPN), em Jaconé, no município de Maricá (RJ). Embora a lista de convida- dos seja pequena, a RFI mobi- lizou indiretamente outras em- presas - a maior parte delas de- tentoras de tecnologia de proces- so e construção, como Exterran, Fluor, Kerui, entre outras. Sem restrição em relação à exclusivi- dade, alguns grupos chegaram a apresentar proposta e soluções técnicas para mais de um grupo convidado. A análise das propostas não firmes para as soluções técnicas de monetização do gás de Pão de Açúcar se estenderá até, pelo menos, o final do ano. A RFI se- rá conduzida em etapas, tendo, mais adiante, uma fase firme, na qual apenas as empresas selecio- PORTFÓLIO DA EQUINOR NA BACIA DE CAMPOS

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