Brasil Energia | Ed. 459 - Outubro, 2019
Brasil Energia , nº 459, 15 de outubro de 2019 87 o crescimento das unidades de E&P”, prevê o CEO da Sistac, Fe- lipe Gutterres, destacando que a empresa possui um banco de da- dos sobre a infraestrutura offsho- re do país que pode ajudar na pre- venção de incidentes. Atualmente, a companhia bra- sileira opera ou presta serviços em sete embarcações: os SDSVs – de apoio a mergulho raso – Pardela, Mandrião, Ostreiro e Fulmar, em parceria com a Wilson Sons Ul- tratug (WSUT), os Sistac Vitória e Esperança e o DSV – de mergu- lho saturado, em profundidades de até 300 m – Skandi Achiever, com a norueguesa DOF. A tendência de substituição do homem pela máquina visando ga- nhos de eficiência e à redução de ris- cos e falha humana não assusta Gut- terres. Para ele, a figura domergulha- dor seguirá necessária, trabalhando em conjunto com tecnologias e fer- ramentas mais avançadas, conforme o conceito de “diver within”. “O que observamos na história dessa discussão, começando pelo Mar do Norte – onde, até por uma questão de legislação, a substitui- ção de humanos foi estimulada – é que não houve, como se esperava, uma substituição integral dessa ati- vidade”, assinala. Mas isso não significa que é possível se acomodar, sobretu- do em um mercado tão competi- tivo como o de óleo e gás. Por is- so, há dois anos a Sistac decidiu fe- char uma parceria com a Fábrica de Start-ups, no Rio de Janeiro, on- de uma das empresas nascentes de- senvolveu sensores que indicam se os trabalhadores offshore estão em uma situação insegura. A tecnolo- gia está em fase de testes na base operacional logística da Sistac em Tanguá (RJ). Outro projeto em curso envol- ve a utilização de óculos digitais Novos investidores em campos maduros devem acelerar as atividades de inspeção, manutenção e reparo
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