Brasil Energia | Ed. 459 - Outubro, 2019
88 Brasil Energia , nº 459, 15 de outubro de 2019 CASOS DE SUCESSO – uma espécie de “Google glass” – por profissionais no auxílio de su- as atividades, viabilizando o acesso imediato a manuais de manuten- ção e procedimentos. A solução já é utilizada pela norueguesa Equi- nor no campo de Peregrino, na Ba- cia de Campos. Para Guterres, a chegada de in- vestidores em campos maduros no Brasil deve acelerar as atividades de inspeção, manutenção e repa- ro (IMR) no país. “Essas empresas têm uma perna operacional impor- tante, mas outra cabeça financeira, com uma visão de risco diferente de uma petroleira”, explica. Apesar da baixa nas atividades no Brasil, nos últimos 18 meses a Sistac fechou 12 novos contratos, triplicando seu backlog e o núme- ro de funcionários, que, hoje, tota- lizam 1,4 mil pessoas. Outro player que está bem posicionado no mercado brasi- leiro é a Belov Engenharia. Além de operar dois SDSVs no país, a companhia constrói duas novas embarcações do tipo, contrata- das por três anos pela Petrobras, com possibilidade de renovação por mais dois anos. As obras são feitas em seu estaleiro no muni- cípio de Simões Filho, na Bahia, o Belovoil, e o início de operação dos barcos está previsto para ja- neiro de 2020. O diretor de Operações da em- presa, André Weber Carneiro, ad- mite que, devido a acidentes ocor- ridos nos últimos anos, há uma tendência de otimizar o mergulho offshore a fim de reduzir a expo- sição de mergulhadores no caso de tarefas simples, como limpeza. No entanto, esses profissionais se- rão necessários para atuar em lo- cais mais restritos e realizar inspe- ções finais. “Então, apesar da questão da otimização, temos ainda um au- mento de demanda efetiva para contrabalançar”, diz o executivo, ressaltando que a Belov vem in- vestindo em tecnologias e soluções submarinas e também em outras áreas do mercado offshore. Além da Petrobras, a empresa presta serviços a operadores co- mo a Shell, Equinor, PetroRio e Chevron. “De uma forma geral, há consideravelmente menos burocracia, e as auditorias são muito mais focadas no resulta- do final do que no caso da Pe- trobras. Muitos trabalham com padrões tipo IMCA [Internatio- nal Marine Contractors Associa- tion], que ainda estão embrio- nários na petroleira brasileira”, observa Carneiro. Hoje, a Belov tem cerca de 1,3 mil funcionários no Brasil, atu- ando em seu estaleiro, escritórios em Macaé e Madre de Deus (BA), na base de operações em Guapi- mirim-RJ e em sua sede em Sal- vador (BA). n 眀眀眀⸀琀攀氀攀氀漀欀⸀挀漀洀⸀戀爀 ⠀⤀ 㔀 㜀㜀ⴀ㜀 䄀 䴀䔀䰀䠀伀刀 匀伀䰀唀윀쌀伀 倀䄀刀䄀 匀唀䄀 䔀䴀倀刀䔀匀䄀 䔀 匀 䌀 伀 䰀 䠀 䄀 䄀 吀 䔀 䰀 䔀 䰀 伀 䬀 倀 䄀 刀 䄀 䄀 䰀 唀 䜀 唀 䔀 䰀 䐀 䔀 䴀팀 嘀 䔀 䤀 匀 䌀 伀 刀 倀 伀 刀 䄀 吀 䤀 嘀 伀 匀 ⸀
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