Brasil Energia | Ed. 463 - Junho, 2020

negócios em petróleo 12 Brasil Energia , nº 463, 30 de junho de 2020 DOF renova contratos no Brasil A Petrobras renovou, com a DOF/Norskan, o afretamento de três embarcações AHTS, para operação em águas brasileiras. Os contratos são de dois anos (com opção para mais dois) pa- ra o Skandi Urca e Skandi Flu- minense, com início em setem- bro deste ano, e de um ano pa- ra o Skandi Paraty, que iniciou sua operação em junho. PetroRio e Chevron fecham acordo A PetroRio entrou em acordo com subsidiárias da Chevron Cor- poration para estabelecer um no- vo cronograma de amortizações do vendor finance referente à aquisição de 51,74% da concessão no Campo de Frade, na Bacia de Campos, e do FPSO operando no campo. O novo perfil de amortizações prevê parcelas de US$ 15 milhões em novembro de 2020, de US$ 30 milhões em maio de 2021 e de US$ 97 milhões em novembro de 2021, a nova taxa de juros de 7% ao ano, para pagamento do principal rema- nescente de US$ 142 milhões. Assinado em março de 2019, o contrato original previa parcelas de US$ 77 milhões em setembro de 2020 e de aproximadamente US$ 64 milhões em março de 2021, à taxa de 5,82% ao ano. Petrobras habilita dez epecistas para FPSO A Petrobras habilitou dez epecistas para participar da próxima licitação visan- do à contratação de FPSO próprio sob o modelo de EPC (Engineering, Procure- ment and Construction): Brasfels e EBR (Brasil), Daewoo Shipbuilding, Hyundai e Samsumg (Coreia do Sul), Keppel Cinga- pura, SBM (Holanda), Technip (com sede em Londres) e Modec e Toyo (Japão). Foram desclassificadas a italiana Sai- pem, a cingapuriana Sembcorp Marine e a brasileira UTC Engenharia, mas as três companhias entraram com recurso contra a decisão da petroleira. A qualificação é válida pelos próximos 12 meses. A expectativa é que, nesse período, a estatal lance uma licitação, no modelo de EPC, para o projeto de Búzios 6, cujo primei- ro óleo está programado para 2024. Nesse caso, o edital poderia incluir a possibilidade de contratação de dois FPSOs, já contem- plando a etapa seguinte de desenvolvimento do megacampo no pré-sal de Santos. O con- teúdo local global esperado é de 25%.

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