Brasil Energia | Ed. 464 - Agosto, 2020
Brasil Energia , nº 464, 31 de agosto de 2020 33 ros contratos comecem a ser fecha- dos a partir de 2021. “Acreditamos que, no curto prazo, teremos negó- cios fechados pontualmente”, avalia o diretor do Grupo Urca Energia, Marcel Jorand. FATOR GEOGRÁFICO Segundo o executivo, essas operações serão de menor por- te, como por exemplo de campos onshore próximos à rede de distri- buição. Esse fator de proximidade será importante no estágio inicial da comercialização para consumi- dores livres. Ao menos, enquanto não se resolver a questão de tribu- tação do gás natural entre os esta- dos e do modelo de tarifação dos gasodutos, que inibem as negocia- ções interestaduais. Jorand estima que o mercado de comercialização deve ganhar im- pulso dentro de quatro anos, quan- do a oferta de gás se tornar maior e mais diversificada. Isso não impede o Grupo Urca de prospectar clien- tes desde já, por meio de seu bra- ço de comercialização. Atualmen- te, a empresa participa da Chama- da Pública de Capacidade da TBG, e busca viabilizar acordos para for- necer gás boliviano para clientes industriais no Brasil. O gás de cam- pos onshore e offshore também es- tá na mira do grupo. No entanto, a empresa enxerga na comercializa- ção de biometano, as oportunida- des mais prováveis no curto pra- zo. “São ofertas próximas das regi- ões de consumo, especialmente nos projetos ligados a aterros sanitários Distribuidoras ainda estudam como participar do novo setor Luiz Vaz / Divulgação Algás
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