Brasil Energia | Ed. 465 - Outubro, 2020

88 Brasil Energia , nº 465, 31 de outubro de 2020 GÁS NATURAL têm Capex estimado em R$ 12 bi- lhões. Já os projetos de escoamento no pós-sal podem atrair investimen- tos de cerca de R$ 6 bilhões. Grande parte das rotas em es- tudo de gasodutos offshore não se viabiliza economicamente no atual cenário de baixo cresci- mento e pouca demanda, pois são muito distantes da costa, têm maiores custos de construção e precisam de consumo constan- te. “Talvez a única rota offsho- re viável hoje seja a de Sergipe. Tem bom volume de gás, distân- cia curta do litoral. Poderia fazer geração de energia, sem necessa- riamente importar o gás ou uma UPGN. Lembrando que é pós- -sal”, diz D´Elia. Na visão dos transportadores superar os principais gargalos na infraestrutura do setor passa por recompor pontos em que a expan- são das comunidades junto às fai- xas dos gasodutos gera potencial de redução de pressão e vazão. Já há iniciativas para a ampliação da oferta de transporte no trecho sul do Gasbol, no Gasbel e no Gasfor. Comparação entre modais para o offshore Comparação entre modais para o onshore Os códigos apresentados nas células coloridas indicam qual alternativa teve o menor custo para a capacidade (MMm³/d) mostrada na primeira coluna, e distância (km) mostrada na primeira linha; “FCNG” refere- se ao gás natural comprimido offshore, “FLNG” ao gás natural liquefeito offshore, e “GAS” ao escoamento via gasodutos submarinos. Fonte: EPE

RkJQdWJsaXNoZXIy NDExNzM=