Brasil Energia | Ed. 466 - Dezembro, 2020
FILTRANDO O PESO: A MUDANÇA VEM PARA AS PLATAFORMAS OFFSHORE O número de embarcações que operarão nas reservas offshore está aumentando rapidamente. As companhias petrolíferas aprovaram e orçaram cerca de 40 navios-sonda (FPSOs), que deverão entrar em operação nos próximos cinco a sete anos. Uma dúzia de outras companhias está seguindo de perto. O peso dos equipamentos topside tem impacto significativo no custo de desenvolvimento de um FPSO. Os sistemas de tratamento com tecnologia de membranas e a aplicação do conceito modular sob medida otimizam o peso e o espaço, apresentando eficiências na instalação e uma significativa redução de custos para a indústria. Mas usar equipamentos mais leves muitas vezes significa empregar tecnologias mais novas, que raramente têm sido utilizadas em FPSOs. Os operadores há muito lutam para equilibrar os riscos concorrentes de adaptar tecnologias leves aos rigores do desenvolvimento offshore, às exigências de economia de custos e aos rígidos padrões ambientais vigentes. Uma área na qual os operadores têm sido bem-sucedidos na redução do peso com manutenção do desempenho é a dos sistemas de tratamento de água. Eles estão escolhendo sistemas exclusivamente de membranas para alcançar esses resultados. O interesse em sistemas de membranas cresce à medida que a indústria petrolífera procura cada vez mais padronizar projetos de FPSOs para acelerar sua construção. Ao mesmo tempo, as petrolíferas permanecem cautelosas com o colapso dos preços do petróleo desde 2014 e têm sido mais receptivas a novos projetos quando prometem CAPEX ou OPEX mais baixos. Conceito modular sob medida da SUEZ otimiza o peso e o espaço em cada sistema.
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