Brasil Energia | Ed. 467 - Fevereiro, 2021
Brasil Energia , nº 467, 1 de fevereiro de 2021 63 incluirá ainda mais um poço firme além da perfuração do prospecto de Opal, no C-M-789, bloco arrematado na 15ª Ro- dada. O programa incluirá o primeiro poço exploratório de Titã, bloco de par- tilha da produção da Bacia de Santos. O contrato de afretamento do West Saturn com a companhia norte-ameri- cana prevê a perfuração de dois poços firmes, tendo ainda possibilidade de pe- lo menos outros três contingentes. A sonda ficará disponível para a petroleira no Brasil por três anos, sendo que, após a realização da campanha firme, a Sea- drill não receberá taxa diária e poderá ofertar a unidade em licitações do setor. Tanto a campanha do C-M-789 quan- to de Titã são aguardadas com bastante expectativa, clima que se estende tam- bém ao programa da Total, na Bacia de Campos. Depois do poço seco de Sa- turno, perfurado pela Shell em meados de 2020, o mercado torce, mais do que nunca, por boas notícias. As empresas de serviços acreditam que os resultados dessas duas ativida- des podem acelerar os planos de ou- tras petroleiras ou ampliar o tempo de espera por novos negócios de perfura- ção no Brasil. Pequenas e médias No rastro das grandes companhias, petroleiras de médio porte planejam campanhas pontuais de curto prazo pa- ra o final de 2021 e ano de 2022. A lis- ta contempla Karoon, PetroRio, Premier e outras companhias que adquiriram campos maduros offshore no programa de desinvestimento da Petrobras. Nessa linha, a mais avançada parece ser a Karoon, que deve fechar em bre- ve o afretamento de uma sonda para Baúna, projeto de produção da Bacia de 2021 2022 2023 2024 5 4 2 Constellation Ocyan Transocean Petroserv Seadrill Diamond Offshore Etesco 7 5 3 2 2 1 1 S onda s por empre s a Navio-sonda Semissubmersível 14 7 S onda s por tipo SONDAS POR EMPRESA SONDAS POR TIPO
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