Brasil Energia | Ed. 469 - Junho, 2021

68 Brasil Energia , nº 469, 1 de junho de 2021 PETRÓLEO Embora a atenção do mercado esteja, naturalmente, direcionada ao pré-sal de Campos e Santos, que juntos abrigam um total de 53 blocos, a carteira exploratória do Brasil tem concentração expressiva em áreas de fronteira. Atualmente, estão sob concessão nas bacias da Margem Equato- rial e de Sergipe um total de 65 áreas. A lista abrange 19 blocos na Bacia e Barreirinhas, 15 em Sergipe, 12 no Po- tiguar, nove na Foz do Amazonas, cin- co no Pará-Maranhão e cinco no Ceará. Liderança com folga Apesar do forte movimento de ven- da de ativos, a Petrobras segue lideran- do com folga o ranking de operadoras com 71 ativos, sendo 68 no offshore e apenas três no onshore, concentrados na Bacia do Paraná. Atualmente, a car- teira exploratória da petroleira brasilei- ra está distribuída por 13 bacias, sendo que Campos abriga o maior número de projetos, com 12 áreas. No atual cenário, a Shell ocupa o se- gundo lugar no ranking, respondendo pe- la operação de 18 blocos. A lista de ativos exploratórios da petroleira anglo-holande- sa inclui dez blocos em Barreirinhas, herda- dos da extinta BG, quatro em Santos, três em Campos e um na Bacia Potiguar. Dividindo o terceiro lugar estão a ExxonMobil e a Eneva, uma com 17 blo- cos cada. Enquanto a petroleira brasilei- ra continua privilegiando suas atividades exploratórias na Bacia do Parnaíba, apos- tando em novas descobertas de gás com foco na estratégia de modelo integrado de geração térmica, a IOC diversifica sua investida nas bacias de Sergipe-Alagoas, onde mantém nove áreas, Campos, com cinco ativos, e Santos (três). Bacia Potiguar abriga 25 blocos, 12 no mar e 13 em terra

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