Brasil Energia | Ed. 472 - Dezembro, 2021
26 Brasil Energia , nº 472, 6 de dezembro de 2021 PETRÓLEO mais unidades que integrarão o programa de desenvolvimento do campo de Búzios. Largada antecipada A estratégia adotada pela Petrobras foi de se antecipar ao aquecimento do merca- do e aproveitar o cenário de preços de ser- viços favoráveis às petroleiras em função do patamar de preço do barril do petróleo em queda. A estatal detinha demanda expressi- va por subsea para o cluster, tendo, por ou- tro lado, certeza de que o mercado voltaria a aquecer em algum momento e que a dis- ponibilidade de barcos de grande porte pa- ra contratos de EPCI poderia se tornar um problema futuramente. O mercado de SURF de águas ultrapro- fundas é atendido por um grupo restrito de empresas limitado à Saipem, Subsea 7, McDermott, TechnipFMC e Sapura. A frota mundial de barcos competitivos di- recionados a contratos EPCI gira em tor- no de dez embarcações. Em 2020, enquanto as IOCs reviam suas estratégias em função do patamar do Brent e da discussão em torno da transição energéti- ca, a Petrobras deu o pontapé na iniciativa de inundar o mercado com licitações, respaldada pela resiliência dos projetos de Búzios e Mero. Aprimeira ação ainda tímida da Petrobras nes- sa diretriz foi realizada em 2019, com os bids do SURF de Mero 1 e Sépia. As iniciativas da Petrobras garantiram negócios já firmados para o SURF de Me- ro 1 e 2, com a TechnipFMC, Mero 3, com a Subsea 7, Sépia, com a MCDer- COMPRE AGORA COMPRE AGORA
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