Brasil Energia | Ed. 473 - Fevereiro, 2022
Brasil Energia , nº 473, 1 de fevereiro de 2022 65 tão, há fábricas que são obrigadas a parar sua produção durante até qua- tro dias numa semana. Para comple- tar, 40% de tudo que é produzido no país, tem que ficar lá, só o restan- te pode ser importado”. No ano passado, o preço dos equipa- mentos fotovoltaicos se elevou, o que foi mais sentido no âmbito dos projetos de grandes usinas solares e menos pelo segmento de GD, que costuma traba- lhar com estoques de produtos. Nas úl- timas semanas, contudo, Takata afirma que observou uma diminuição no preço dos painéis solares Para este ano, a Sou Energy pre- vê grande aumento na demanda por produtos de energia solar devido ao desejo de consumidores de instala- rem seus projetos de modo a ainda se enquadrarem nas regras atuais da geração distribuída. Pela nova lei, as regras atuais para detentores de uni- dades de micro e minigeração já co- nectadas serão mantidas até dezem- bro de 2045, sem cobrança pelo uso da rede de distribuição de energia. Isso valerá para novas instalações implementadas nos 12 meses ime- diatamente posteriores ao início de vigência da lei. A partir desse período de carência para os efeitos da nova lei, as unida- des de geração distribuída que ingres- sarem no sistema terão um período de seis anos de modulação para a aplica- ção das cobranças de taxas, até atingi- rem o valor integral em 2029. n Marcio Takata, da Greener: módulos fotovoltaicos na faixa de 600 W são tendência para este ano Mário Viana, da Sou Energy: mercado vive cenário desafiador com atrasos na entrega de equipamentos Guilherme Chrispim, da ABGD: projeções são de crescimento de 7 GW em potência instalada, totalizando 15 GW ao fim do ano
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