Brasil Energia | Ed. 474 - Abril, 2022
44 Brasil Energia , nº 474, 13 de abril de 2022 PETRÓLEO nhas offshore de águas profundas da ExxonMobil, TotalEnergies, Shell e Pe- trobras nas bacias de Campos, San- tos, Sergipe e na Margem Equatorial. Não bastasse o fato de o ritmo da ati- vidade exploratória no Brasil ter dimi- nuído consideravelmente nos últimos anos, o país não registra a confirma- ção de grandes descobertas desde Búzios, Sépia, Atapu, Bacalhau e Pão de Açúcar. Há pelo menos três anos, campa- nhas exploratórias são iniciadas e fi- nalizadas sem resultados mais expres- sivos ou pelo menos animadores. A grande expectativa do mercado está direcionada, principalmente, ao início dos trabalhos de perfuração da Petrobras na Margem Equatorial. A petroleira brasileira aguarda a libera- ção da licença ambiental do Ibama. O plano da empresa é começar a cam- panha ainda em 2022. O trabalho de perfuração da Exxon- Mobil em Sergipe resultou seco, frus- trando as expectativas do mercado. Direcionada ao prospecto de Cutthro- at, a campanha foi executada no blo- co SEAL-M-428. A Shell e a TotalEnergies perfuram, no momento, poços exploratórios na Bacia de Campos. A petroleira anglo- -holandesa executa a primeira campa- nha na área do C-M-791, bloco arre- matado na 15ª rodada, realizada em 2018, enquanto a companhia fran- cesa perfurou seu poço pioneiro no C-M-541, arrematado em 2019, no 16º leilão. Atualmente, 62 ativos (46 offsho- re e 16 onshore) estão com o prazo exploratório suspenso, o que assegu- ra ao operador a paralisação total das atividades exploratórias. A determina- ção afeta blocos localizados nas ba- cias de Campos, Santos, Espírito San- to, Foz do Amazonas, Sergipe, Barrei- rinhas, Alagoas, Potiguar, Jequitinho- nha, Pará-Maranhão, Almada, Cama- mu, Pernambuco-Paraíba, Recôncavo e São Francisco. Há pelo menos três anos, campanhas exploratórias são iniciadas e finalizadas sem resultados mais expressivos ou pelo menos animadores
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