Brasil Energia | Ed. 481 - Junho, 2023
32 Brasil Energia, nº 481, 13 de junho de 2023 tecnologia offshore | Das nanopartículas magnéti- cas ao controle microbiológico Na área de reservatórios, o uso de na- nopartículas ferromagnéticas tem sido es- tudado para caracterização de reservató- rios e como estabilizantes de espumas e emulsões para recuperação avançada de petróleo. No Brasil algumas universidades têm estudado o seu uso para geração e estabilização de espumas. A utilização de organismos biologica- mente ativos para auxiliar na recuperação de petróleo, técnica conhecida como Mi- crobial Enhanced Oil Recovery (MEOR), vem sendo estudada desde 1946 com o uso de bactérias para aumentar a recupe- ração de petróleo. O recurso eficaz destes métodos em projetos de recuperação sempre levam em conta as condições do reservatório, fluido e rocha, e a logística necessária para implantação do projeto (onshore ou offshore), identificando as melhores op- ções de recuperação avançada para o re- servatório candidato. Estes métodos pos- suem desafios econômicos e técnicos, como, por exemplo, as condições de PH, temperatura e pressão no reservatório. As tecnologias da Petrobras para aumentar o fator de recuperação Bem antes de ver a Bacia de Campos perder o fôlego e o protagonismo na produção de petróleo, a Petrobras lançou programas e avançou nas tecnologias do fator de recuperação desses que foram seus principais campos por décadas. Hoje, a petroleira colhe frutos dos investimentos em tecnologia. Veja a seguir as técnicas e seus impactos na perspectiva da empresa. FPSO Guanabara, produzindo em Mero, já faz uso de tecnologias de recuperação
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