e-revista Brasil Energia 482

108 Brasil Energia, nº 482, 15 de agosto de 2023 distribuição Sistemas locais e regionais Marcos Matias, presidente da unidade brasileira da Schneider Electric, lembra que apesar de similares em número de clientes atendidos, os contratos são diferentes. No caso da Cemig, a concentração acontece em Minas, enquanto na Energisa o processo estaria mais próximo do caso da Equatorial, com várias concessionárias distribuídas no país. O executivo adianta que os contratos envolvem uma etapa inicial com as equipes de engenharia e de implementação das distribuidoras, que deve consumir entre 16 e 24 meses. Ele acredita que o ADMS deverá alavancar outros sistemas de digitalização nas empresas, incluindo a otimização da geolocalização, o que pode melhorar a gestão de equipes de campo, entre outros ganhos. Matias também avalia que esses ganhos podem justificar os investimentos em digitalização, que nem sempre são contemplados na composição das tarifas cobradas pelas distribuidoras. “É a oportunidade de preparar a empresa para o novo cenário do setor elétrico, ou seja, estamos falando de sustentabilidade, de marcos regulatórios e da possibilidade de ter mais automação da rede com sistemas com tecnologias Centro de Operações da Cemig

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