e-revista Brasil Energia 482

18 Brasil Energia, nº 482, 15 de agosto de 2023 petróleo Amazonas concentra o maior volume de investimentos, seguida de Campos e Santos, enquanto em terra a Bacia do Amazonas concentra o maior volume de investimentos, seguida por Parnaíba e Paraná. A previsão é que 32 poços exploratórios sejam perfurados neste ano e 36 poços exploratórios sejam perfurados em 2024. A Bacia da Foz do Amazonas lidera entre as marítimas para toda a fase de exploração (8 poços), e 11 dos 28 poços previstos em bacias marítimas até 2027 devem ser perfurados na MEQ. No onshore, as bacias do Parnaíba e Amazonas lideram para toda a fase de exploração (com 15 e 14 poços, respectivamente). Ameaças à expansão do E&P A competição do Brasil com a África, Suriname, Guiana, Oriente Médio e Estados Unidos é uma ameaça para a expansão da exploração e produção no país, segundo a diretora da ANP, Symone Araújo. Ela ainda aponta a disciplina de capital e a redução dos investimentos em óleo e gás como riscos para o futuro do mercado interno. No Brasil, o cenário já é de retração das aquisições de novas áreas. Existem, atualmente, 295 blocos sob contrato, e a tendência é de queda, embora a indústria tenha experimentado uma recuperação de 24% em 2022, comparado ao ano anterior (238 blocos), por conta, principalPerfuração de poços exploratórios e preço médio do barril de petróleo (US$/bbl) Fonte: Relatório Anual de Exploração 2022 da ANP com dados oriundos da US Energy Information Administration (EIA) Obs: De forma a isolar o impacto da variação do quantitativo de blocos sob contrato ao longo do tempo, as barras do gráfico representam a divisão entre o número de poços perfurados e o número de blocos sob contrato no respectivo ano.

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