Brasil Energia, nº 489, 29 de novembro de 2024 149 tenção da área escavada, entre algumas das etapas. O enterramento igualmente vai exigir acessos para a realização de manutenção, que é outra demanda cara. Da mesma forma, as intervenções serão feitas em áreas confinadas que exigem, inclusive, o monitoramento de gases por questões de segurança. “E não estamos falando de galerias técnicas, que são construídas para compartilhamento de redes de outras concessionárias. É uma solução que não vingou no Brasil pela inviabilidade financeira”, adianta. Mesmo a colocação de transformadores no nível do solo, no modelo mais simples, pode enfrentar a burocracia nas grandes cidades. As intervenções para a passagem dos cabos desde a subestação até o transformador terão que obedecer às regras de cada município. Detalhe: a colocação das linhas poderá ser feita por meio de dutos ou diretamente no solo. No primeiro caso, a expansão da infraestrutura será mais fácil, apesar do custo inicial ser maior. As manobras para conserto de falhas, porém, são geralmente mais complexas do que ocorre com os cabos diretamente enterrados no solo. O enterramento da infraestrutura também pode ser feito em áreas privaFoto: Agência Estadual de Notícias Rede da Copel tem 90 km
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