À medida que a população mundial cresce e a tecnologia avança, a demanda por energia aumenta exponencialmente. Para atender a essa necessidade crescente, mantendo o foco na redução da poluição e das emissões de gases de efeito estufa, a transição para fontes de energia mais limpas e sustentáveis tornou-se essencial. No Brasil, essa transição se concentra principalmente no crescimento e diversificação da matriz renovável, com destaque para a geração solar. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), o Brasil encerrou o ano de 2024 com aproximadamente 50 gigawatts (GW) de capacidade instalada, com expectativa de aumento de mais de 25%, resultando em 65 GW até o final de 2025. No entanto, apenas aumentar a capacidade não será suficiente para atender à demanda futura. A produção de combustíveis verdes, a popularização dos carros elétricos e o aumento do consumo elétrico individual são fundamentais para a longevidade das usinas renováveis, especialmente em um cenário de imprevisibilidade climática. A geração centralizada, em particular, resulta em grandes usinas instaladas em áreas remotas, expostas ao clima, temperatura e interações com a flora e fauna locais. Essa condição traz desafios inesperados para a durabilidade dessas usinas. Uma das maiores ameaças para a geração renovável são os cupins, uma espécie tão pequena, mas que causa prejuízos imensos. Esses insetos se alimentam essencialmente de madeira, mas a supressão da vegetação em seu habitat natural provoca escassez do seu alimento, levando-os a procurar outras fontes, como canos de água, tubos de gás/óleo e dutos elétricos, incluindo os cabos elétricos de baixa e média tensão e de telecomunicações enterrados. Algumas espécies de cupins possuem mandíbulas fortes o suficiente para desbastar os materiais, principalmente termoplásticos presentes nos cabos, abrindo passagens até o rompimento total das camadas isolantes. Os danos causados por esses insetos ocorrem com frequência e velocidade impressionantes, com relatos de ataques em menos de cinco meses após a instalação dos sistemas de cabos subterrâneos. A consequência desses problemas resulta em desligamentos inesperados do sistema e, obviamente, na interrupção do fornecimento/venda da energia que deixou de ser gerada, aumentando ainda mais os prejuízos. Para enfrentar esse desafio, a Prysmian desenvolveu um cabo com uma barreira mecânica de nylon que demonstra ser a mais eficiente até o momento, apresentando um histórico sem danos há mais de 25 anos, que é a expectativa de vida útil do próprio cabo. No entanto, é importante destacar que a busca por novos elementos e tecnologias é incansável, visando sempre maior eficiência e soluções cada vez mais atrativas do ponto de vista econômico. Além disso, a camada de nylon proporciona uma fabricação segura, sem elementos químicos, garantindo proteção aos operadores e ao meio ambiente. Essa camada não altera a flexibilidade do cabo, oferece maior resistência a impactos e agentes químicos, aumentando ainda mais a confiabilidade do sistema. Os resultados positivos dessa mudança estrutural motivaram a Prysmian a replicar essa alternativa na construção de cabos no Brasil, garantindo que ataques de cupins não prejudiquem a transição energética brasileira. A solução da Prysmian é eficaz e segura, contribuindo para a transição energética sem prejudicar o meio ambiente. PALAVRA DO PATROCINADOR Artigo por Igor Amaral Delibório* Sobre a Prysmian: Líder mundial na indústria de cabos e sistemas de energia e telecomunicações, a Prysmian é uma referência global na transição energética e na transformação digital. Graças à sua ampla presença geográfica e portfólio de produtos; experiência e expertise comprovadas em inovação tecnológica e a sólida base de clientes, a empresa está bem posicionada para consolidar sua liderança e conquistar novos mercados em crescimento. A estratégia da Prysmian está perfeitamente alinhada aos principais impulsionadores do mercado, desenvolvendo sistemas de cabos resilientes, de alto desempenho, sustentáveis e inovadores para os segmentos de Transmissão, Power Grids, Eletrificação e Soluções Digitais. A Prysmian é uma empresa pública listada na Bolsa de Valores Italiana com quase 150 anos de experiência, cerca de 30.000 funcionários, 108 unidades de produção e 26 centros de P&D em mais de 50 países. Em 2023, as vendas ultrapassaram os € 15 bilhões. br.prysmian.com *Igor Amaral Delibório é engenheiro e especialista de produtos da Prysmian
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