70 Brasil Energia, nº 491, 25 de fevereiro de 2025 NOVOS MODELOS E TECNOLOGIAS EM ENERGIA rápida”, completa. De acordo com ele, a correlação dos conteúdos faz com que a Engie identifique, por exemplo, quantas vezes foram pedidos aumentos de geração em determinados períodos. O especialista lembra ainda que a ferramenta tornou a comunicação com o ONS mais ágil, em caso de divergência na interpretação de ocorrências. O mesmo ocorre na validação de comandos entre os operadores do centro e os técnicos de transmissão ou que operam as usinas do grupo. “A confirmação de informações é uma via dupla. Quando o operador emite um pedido, o operador do outro lado faz a confirmação da ordem e isso fica gravado. Ou seja, podemos analisar se a comunicação está sendo feito de forma correta”, explica. As experiências da CPFL e Engie já puderam ser compartilhadas por outras concessionárias, segundo Tássio Simioni, diretor de PD&I e Power & Gas da Radix. Como se trata de um projeto de P&D, a iniciativa deve ser replicada em outras empresas do setor. “Temos conversado com algumas delas”, adianta. “O projeto aplica a tecnologia nos três ambientes – geração, distribuição e transmissão – e faz a correlação de informações das transcrições com dados que estão nos sistemas. Além de melhorar a comunicação, a tecnologia agrega mais inteligência aos centros de operação”. CPFL adotou a solução na análise de pós-operação da área de subtransmissão, avaliando o conteúdo de aproximadamente 14 mil ligações mensais Foto: Divulgação/CPFL
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