Brasil Energia, nº 493, 28 de abril de 2025 49 trocedem somente até 1999, ano em que a demanda da região foi de 5.663 MWmed, menos do que os 5.759,2 MW de capacidade de Paulo Afonso mais a usina vizinha, de 1.479,6 MW, inaugurada em 1988 com o nome de Itaparica, depois renomeada Luiz Gonzaga, justa homenagem ao Rei do Baião. Somente em 2003 a carga nordestina alcançaria a casa dos 6.000 MWmed (6.040). Em 2007, quando a carga do subsistema foi de 7.240 MWmed, o complexo Paulo Afonso bateu recorde de geração, com 20.006.903 MWh, mesmo com PA 1 parada para manutenção. Mas a partir de 2013 o perfil começou a mudar, culminando com cerca de oito anos de produção residual de quatro das cinco usinas, ficando a geração concentrada em PA 4. A histórica PA 1, que completou 70 anos no final de 2024, após quase uma década sendo acionada apenas para serviços de manutenção, retomou os acionamentos regulares em julho de 2022, gerando 16 MWmed e alcançando em dezembro daquele ano o pico recente de 108 MWh. Neste século o recorde de PA 1 foi em 09 de novembro de 2009, quando produziu 178 MWmed, quase a plena carga. Na usina PA 2, o gráfico é muito parecido. Após o pico de geração deste século de Complexo Paulo Afonso: depois de oito anos de produção residual, com a geração concentrada em PA 4, complexo de 4.279,6 MW voltou a operar em 2022
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