OPERAÇÕES ONSHORE GANHAM CAMADA ADICIONAL DE SEGURANÇA COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Com a produção onshore em expansão no Brasil, sondas cada vez mais automatizadas ainda dependem da observação humana para acompanhar parte das atividades no drill floor. É nesse contexto que a ALTAVE aplica visão computacional e inteligência artificial ao monitoramento em tempo real da perfuração terrestre. Depois de décadas de retração, a produção terrestre de petróleo e gás volta a crescer no Brasil. Segundo relatório da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção em campos terrestres deve saltar para até 300,3 mil barris de óleo equivalente por dia em 2028, uma alta de quase 29% considerando o período entre 2024 e 2028, puxada por mais de 50 operadoras independentes que assumiram campos maduros vendidos pela Petrobras desde 2019. Só no Nordeste, cerca de 2.300 poços terrestres, concentrados nas bacias Potiguar, Recôncavo, Parnaíba e Sergipe-Alagoas, já respondem por 41% da capacidade onshore do país. A própria Petrobras voltou a contratar sondas para operar em terra, em um plano que prevê até US$ 1,7 bilhão em desenvolvimento de campos na Bahia e no Amazonas. Ainda assim, do total de US$ 890 milhões previstos pela ANP para investimentos exploratórios em 2026, menos de 4% está reservado a bacias terrestres, o restante concentrado em blocos offshore. Nesse descompasso entre produção em expansão e investimento ainda voltado ao mar, sondas cada vez mais automatizadas seguem dependendo da observação humana para monitorar parte relevante das atividades no drill floor. Fundada há quinze anos e reconhecida pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa, a ALTAVE acumulou experiência em ambientes militares e de infraestrutura crítica e em operações industriais, que hoje se aplica ao setor de óleo e gás, atendendo clientes como TotalEnergies, Petrobras, Transocean e Valaris. Hoje a companhia soma mais de 210 funcionários no Brasil, possui possui cadastro CRC da Petrobras e atua também nos setores de energia, mineração, portos e agronegócio. Seu software proprietário, o ALTAVE HARPIA, transforma imagens de câmeras em dados estruturados, entre eventos, alertas e relatórios que apoiam tomadas de decisões mais assertivas e análises preditivas. É essa plataforma de vídeo analítico inteligente, amadurecida ao longo de anos em plataformas e embarcações offshore, que a companhia leva ao universo das sondas terrestres. Nesse ambiente, o principal desafio é a variação constante do risco: uma área do drill floor pode estar liberada em um momento e se tornar crítica minutos depois, quando entra em manobra de tubos (tripping) ou em perfuração propriamente dita. “Em vez de zonas fixas, o sistema reconhece automaticamente o modo operacional, seja geral, de manobra ou de perfuração, e ajusta as red zones e as regras de alerta conforme a atividade em curso”, explica Danielle Parra, Head de Produtos de Óleo e Gás da ALTAVE. A partir dessa leitura de contexto, câmeras de alta definição instaladas no drill floor e no pipe deck monitoram, simultaneamente, presença indevida em zonas de risco, exposição à linha de fogo de equipamentos como o Iron Roughneck e o Top Drive, pessoas sob carga suspensa durante a movimentação de tubos e o uso correto de equipamentos de proteção individual. Ao detectar um desvio, o sistema aciona não só um alerta na plataforma ALTAVE HARPIA, mas também um sinal físico imediato, caso do ALTAVE STROBE, que emite alerta sonoro e luminoso na própria área de risco, “A produção terrestre volta a crescer no Brasil, puxada por operadoras independentes e pela retomada dos investimentos nesses ativos. Esse avanço aumenta a necessidade de ampliar a segurança, a visibilidade e o controle operacional em terra. É nesse espaço que a visão computacional pode atuar”, afirma Bruno Avena, CEO e cofundador da ALTAVE. Da imagem ao dado operacional
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