e-revista Brasil Energia 505

38 Brasil Energia, nº 505, 31 de julho de 2026 Especial de Capa Negócios no Onshore Pinzon, da Altus, revelou que as empresas de petróleo estão investindo em redes LTE proprietárias, para garantir controle maior do tráfego e da segurança de dados. “As operadoras começam implantando rede proprietária para obter dados da operação dos poços. Depois, elas também conseguem processar mais informação para otimizar a produção”. Segurança Operacional Neto também contou como o uso do monitoramento remoto já impacta no aumento da segurança operacional, estabilizando o regime de trabalho, e como obteve bons resultados no comportamento da equipe. “Quando se tenta mudar o comportamento no trabalhador, sem monitoramento, o resultado é abstrato. Mas com a imagem, conseguimos atuar em tempo real”. Uma das soluções da empresa, por exemplo, identifica por quanto tempo e quantas pessoas estão dentro das áreas de risco, diferente do que estava descrito no manual de operação. Pinzon, da Altus, atualmente trabalhando com sistemas de controle em bases de bombeio, enxerga também alta demanda em serviços de segurança de processos, em cumprimento à resolução sobre sistemas de detecção de gás e fogo. “Uma fiscalização forte da ANP está demandando investimento das operadoras e nós estamos podendo prover produtos e soluções nesta área”. O monitoramento remoto é bastante usado para a segurança patrimonial. Centro Nacional de Controle e Logística (CNCL) da Transpetro monitora dutos da empresa e atua na prevenção de furtos Foto: Tânia Rego/Ag.Brasil

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