72 Brasil Energia, nº 507, 21 de setembro de 2026 hidrelétricas | POR CHICO SANTOS | Um esquema de financiamento com possibilidade de reembolso ao empreendedor no caso de seu projeto não ser vencedor do leilão em que seja apresentado daria aos agentes do setor elétrico a segurança para fazer esses estudos, que demandam de R$ 60 milhões a mais de R$ 100 milhões cada, para que o Brasil possa construir uma carteira de projetos de usinas hidrelétricas reversíveis (UHRs) capaz de dar conta de um cronograma de leilões a ser proposto pela EPE. A ideia foi apresentada por Marcelo Lopes, diretor de Operação de Geração e Transmissão da Neoenergia, durante painel promovido pela Coppe/UFRJ para debater o tema “Por que o Brasil ainda não aproveita seu potencial das hidrelétricas reversíveis”. De acordo com Lopes, um esquema semelhante vem sendo utilizado com sucesso na Austrália. Na avaliação do executivo, a incerteza quanto à recuperação de quantias tão volumosas a serem investidas na elaboração do projeto, do inventário aos estudos finais para participar de um certame competitivo, cujo valor é maior ou menor dependenUm financiamento reembolsável para destravar as Usinas Reversíveis Ideia foi apresentada por Marcelo Lopes, diretor da Neoenergia, durante painel promovido pela Coppe/UFRJ Snowy 2.0, reversível de 2,2 GW em obras na Austrália: esquema de financiamento com possibilidade de reembolso ao empreendedor vem sendo usado no país Foto: Divulgação/Snowy Hydro
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