Brasil Energia | Ed. 462 - Abril, 2020
44 Brasil Energia , nº 462, 30 de abril de 2020 EFEITOS DA COVID F usões, pedidos de recupera- ção judicial, reestruturações e empresas fechando. Esse se- rá o impacto da pandemia da Covid-19 e a queda do preço do pre- ço do barril no mercado fornecedor. Não bastasse o freio nas novas contratações, a indústria sente o peso da renegociação de contratos em vigor pela Petrobras, que, desta vez, tem foco no diferimento par- cial de pagamento, redução de ta- xas de afretamento e na suspensão temporária de contratos. A tendência é que as empresas brasileiras fechem as negociações mais rapidamente que os grupos estrangeiros. Como as companhias nacionais concentram quase todos seus contratos com a estatal, a mar- gem de manobra no processo é pra- ticamente inexistente. Sem o fôlego de outros clientes e mercados, vale a máxima do “fechar ou fechar”. A AFIADA NAVALHA DA PETROBRAS Petroleira renegocia contratos com fornecedores de E&P, mirando alívio de caixa para o restante do ano POR CLÁUDIA SIQUEIRA PLSV Skandi Búzios, do Consórcio TechnipFMC- DOF: Petrobras propôs a operadoras que coloquem embarcações em stand-by
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