Brasil Energia | Ed. 471 - Outubro, 2021

Brasil Energia , nº 471, 5 de outubro de 2021 103 volve o sistema de combustão (área da for- nalha, comqueimadores, grelha e o design da fornalha), a caldeira para gerar vapor e o sistema de tratamento das emissões ga- sosas. Elas fornecempara as usinas a enge- nharia e os equipamentos e algumas delas também participam do EPC da obra, seja de forma direta ou na supervisão. Outros players do mercado são dedicados mais à operação das unidades. Já estão entrando no país, por exem- plo, a norte-americana Babcock & Wil- cox (B&W), fornecedora desses sistemas completos, que já conta com um executi- vo brasileiro para coordenar a implantação de operação local, e a suíça-japonesa Hita- chi Zosen Inova, também com a tecnologia central do WTE e atuante ainda no EPC das obras das usinas, cuja operação internacio- nal já incluiu o Brasil na sua estratégia. Também se estruturam para atender ao mercado brasileiro grupos dedicados à ope- ração, e que ainda participam do desenvol- vimento e do investimento das usinas, co- mo é o caso das francesas Veolia e Suez e da espanhola Sacyr. A Veolia, já há muitos anos no Brasil principalmente no mercado de tratamento de água e efluentes, criou re- centemente área de recuperação energéti- ca de resíduos na subsidiária local. Outro exemplo é a dinamarquesa Ram- boll, empresa de consultoria e engenharia Usina de geração de energia a partir de resíduos CopenHill, em Copenhague, capital da Dinamarca

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