Brasil Energia | Ed. 471 - Outubro, 2021
Brasil Energia , nº 471, 5 de outubro de 2021 31 ele vai ver que o projeto dele de mestrado ou doutorado não virou fundo de gaveta”, afirmou o professor da UFRN. De acordo com o chefe do Labres, es- sa aproximação entre universidade e em- presas acaba criando uma cultura de en- trega de resultados. Posteriormente, isso pode chamar a atenção dos operadores que, segundo ele, podem se juntar num consórcio e acabarem financiando um projeto que seja comum a todos. Tal realidade é parecida com a que Miguel viu nos Estados Unidos, duran- te o seu doutorado na Universidade de Oklahoma. “Essa universidade tinha, ao redor dela, cerca de 45 consórcios de petróleo, geologia, geofísica e ener- gia, entre outros. Esses consórcios cria- vam grupos de pesquisas que eram pa- trocinados por grandes empresas, como Shell, ExxonMobil, PDVSA. No Brasil, es- sa figura, ou qualquer figura que permi- ta à universidade levantar dinheiro, não existe”, afirmou o diretor da Imetame. A saída encontrada foi a de investir em empresas juniores, onde estudantes – escolhidos pela Imetame – são assesso- rados por professores para fazerem pes-
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