Brasil Energia | Ed. 472 - Dezembro, 2021

24 Brasil Energia , nº 472, 6 de dezembro de 2021 PETRÓLEO O Brasil está mobilizando a aten- ção das empresas internacionais de SURF, sigla em inglês para o mercado de Subsea Umbilicals, Risers and Flowlines, concentrando não só a maior parte dos negócios de EPCI em curso como também os contratos por vir, deixando para trás tempos difíceis enfrentados pelo seg- mento. O aquecimento do mercado vem sen- do impulsionado pela Petrobras, que sozinha irá assegurar, somente no curto e médio pra- zos, a liberação de novos bids com potencial de cerca de US$ 13 bilhões. É muito, mas não para por aí. A petroleira está em vias de fechar outros dois contratos, que juntos somarão quase um montante ao redor de US$ 2 bilhões, além de já ter garan- tido a assinatura de negócios nesse segmen- to no valor total de cerca de US$ 6 bilhões. Para se ter uma ideia do agito e da revira- volta que a Petrobras vem provocando no se- tor e da atual relevância do Brasil no segmen- to de SURF, o país figura hoje como principal polo de contratação de negócios, à frente até mesmo dos vizinhos Suriname e Guiana, com suas mega descobertas em desenvolvimento. A VEZ DO SURF EM ÁGUAS BRASILEIRAS Aquecimento do segmento de FPSOs da Petrobras impulsiona contratações de equipamentos subsea no Brasil, projetando pico de atividades offshore recorde para 2025/2026 POR CLAUDIA SIQUEIRA

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