Brasil Energia | Ed. 473 - Fevereiro, 2022

16 Brasil Energia , nº 473, 1 de fevereiro de 2022 GERAÇÃO HÍBRIDA cional, há a certeza de ganhos com a complementaridade de geração e de otimização do uso da rede existente. Nesse ponto, eólicas e solares, que se aproximam da operação flat com o ar- ranjo compartilhado de geração du- rante do dia, e hidrelétricas com sola- res, nas quais o despacho centralizado é otimizado, são as grandes apostas de associação ou hibridização. Na avaliação de Elisa Bastos Silva, dire- tora da Aneel, durante a sessão de apro- vação da norma, a inserção dos empre- endimentos no sistema elétrico reduzirá custos para expansão da capacidade de geração, já que potências serão associa- das em usinas existentes sem necessida- de de novas instalações de conexão, que passarão a ser compartilhadas, ou no ca- so de usinas híbridas de origem, que se- rão concebidas com apenas um sistema para conectar à transmissão. Além, é claro, dos ganhos de con- tar com apenas um contrato de uso do sistema, as híbridas também devem postergar a necessidade de novos in- vestimentos em expansão dos pontos de conexão com a rede básica e devem criar ainda um ambiente de incentivo à inovação com o surgimento de dife- rentes usinas. Isso porque a norma não restringe os tipos de tecnologias que podem ser combinadas e nem os níveis de complementaridade entre elas. Projetos Ainda não estão definidos na reso- lução os procedimentos de rede e as regras de comercialização, a cargo de ONS e CCEE, respectivamente, que têm 120 dias após a publicação da norma Assinatura entre o governo do Ceará e a AES Brasil do memorando para a implantação de uma planta de combustível limpo no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará

RkJQdWJsaXNoZXIy NDExNzM=