Brasil Energia | Ed. 474 - Abril, 2022

108 Brasil Energia , nº 474, 13 de abril de 2022 GÁS L ocalizado no litoral baiano, uma das portas de entrada do gás no Nordeste, a apenas 10 km da costa e em lâmina d’água de 35 a 40 metros, com profun- didade de reservatório entre 1.230 m e 1.570 m, Manati é um player estraté- gico que pode se converter, no futuro, numa infraestrutura de estocagem sub- terrânea de gás natural (ESGN). Com re- servas 2P estimadas em 3,9 bilhões de m³, o campo produtor atende cerca de 30% da demanda de gás do Nordeste através de seis poços interligados. De olho no fim da vida útil de Mana- ti, a Gas Bridge propôs à Enauta uma parceria para “virar a chave” daquele ativo. Para levar sua ambição adiante, ESTOCAGEM NO FIM DA FILA A estocagem subterrânea de gás natural pode adicionar flexibilidade à alternativa do GNL, mas ainda não existe um modelo de negócio favorável à sua implementação no país POR FELIPE SALGADO

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