Brasil Energia | Ed. 479 - Fevereiro, 2023
Brasil Energia , nº 479, 10 de fevereiro de 2023 31 bém não deve ser um grande complica- dor. Isso porque será possível aproveitar a sinergia com os vários operadores atu- antes no País para o mercado de óleo e gás, cujas embarcações, serviços de en- genharia e de instalação em alto-mar também servirão à eólica offshore. Melhor ainda do que a sinergia é par- te dessas empresas já atuar globalmen- te em eólica offshore, com know-how consolidado na “nova” área renovável, sendo que algumas delas começam a se estruturar para ofertar seus serviços no Brasil. Um bom exemplo é a noruegue- sa Subsea7, há quase 40 anos no Bra- sil ofertando serviços de engenharia e construção para óleo e gás offshore, e que há 10 anos tem atuado em vários projetos eólicos no mundo, somando por volta de 10 GW instalados. A Subsea7 atua nesse mercado, se- gundo seu vice-presidente regional, Da- niel Hiller, por meio de empresa do gru- po, a Seaway7, que hoje representa um quarto da receita total da controladora. No Brasil, o momento é de desenvolvi- mento de negócios, com muitas conver- sas com vários players do setor, desde clientes, operadores em migração pa- ra as renováveis, empreendedores de energia elétrica e fornecedores. Segun- do Hiller, até o fim do ano muito pos- sivelmente será firmado um acordo es- tratégico. “Queremos nos posicionar de forma antecipada”, diz. A atuação diversificada da norue- guesa envolve uso de frota própria de embarcações para todos os tipos de necessidades na implantação do par- que, desde operações de transporte Eólica 9 GW Solar 9 GW LT 1.000 KM Subestações 181 Prontos para o offshore
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